Amigos Tricolores, em primeiro lugar, peço perdão pelos erros, estou escrevendo agora ainda sob o efeito da vitória de hoje à tarde.
Peço perdão também por ter "jogado a toalha", mas isso eu explico logo abaixo.
Durante esta semana eu fiz tudo o que estava ao meu alcance para que o Santinha saísse dessa. Fiz, escrevi dois textos jogando a toalha, fui cobrado por um anônimo e pelo Júlio Vila Nova. Mas foi tudo de caso pensado. Como um bom Ateu Moderno - quem não leu esse texto leia! – eu acredito em todas as magias, misticismos, crenças, enfim, tudo o que é sobrenatural no futebol.
Foi por isso, amigos, que fiz este percurso místico. Fumei, mas não traguei, ou seja, joguei a toalha, mas não joguei! Foi um acordo feito com os deuses. Tive que convencer Artur a enviar o magnífico, e já citado texto, O ateu moderno. Para depois criar um espaço sobre as Monumentais Histórias Tricolores apenas para publicar uma matéria sobre a incrível virada de 1x5, para 7x5, lá pelos idos de 1917.
Vendi a minha alma, já não posso fazer mais nada. Agora é contigo Santinha!
Sudações Tricolores!
O improvável
Pois é amigos, hoje foi o dia que foi dia. Deu tudo certo, até Andrade acertou uma falta! Foi o improvável, o inverossímil, o sobrenatural quem cobrou aquela falta. Parece que eu adivinhava, na primeira falta que Andrade bateu, na torcida, eu disse ao meu amigo Artur Perrusi: Ele só acerta a improvável! Eu deveria ter jogado na mega-sena, Osmar sai levando todo o time rosa até que é parado violentamente por Batata, o agressor de repórteres, neste momento, enquanto o nosso volante acariciava a bola, eu disse pra Artur: prepare-se para o impovável!
GOOOLLLLLLLAAAAAAAÇÇÇÇÇÇOOOOOO
Artur, passo pra você a incumbência de escrever o relato. Eu disse na hora que não teria a menor condição de escrever sobre este assunto. A bola é sua!
sábado, novembro 05, 2005
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Um comentário:
OK, Bosco. Tá perdoado ! Essa toalha é pra enxugar suor, cerveja e lágrimas (de alegria, é claro !). As bandeiras voltaram a tremular nas janelas das casas e dos carros, em todo lugar. Eu é que não tirei a minha, amarrada na janela do primeiro andar do meu apartamento aqui no Janga. Só dei uma reforçada nos barbantes e fitas adesivas, porque a outra (uma maior, costurada com carinho por minha mulher) alguém levou, de madrugada. Espero que tenha sido um tricolor, e que ela esteja tremulando por aí em outra janela. Espero que alguém tome uma cachaça arretada e saia por aí enrolado cantando "Bandeira do Santa Cruz", de bráulio de Castro, no dia da glória. Valeu !
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