Paulinho faz o gol e comemora
Bem amigos do futebol e outras histórias, ainda estou aqui catando os cabelos perdidos na última partida. São Cléber! Viva são Cléber! Viva São Carlinhos! Viva São Paulinho! Viva São Adriano! Viva São Valença! Viva São Givanildo, meu santo predileto.
Agora falando sério, o jogo de ontem, contra o Náutico, deixou mais claro do que nunca a sensação de que o nosso jogador mais importante era Zada. “Zada?” Alguns irão perguntar. “Ele saiu ainda no começo da série B”, complementarão. Eu digo que desde que Zada saiu, o time não encontrou um jogador que pudesse fazer o papel que ele desempenhava com perfeição. Chegar muito bem ao ataque e fazer o balanço defensivo, tornando o Santinha um time muito equilibrado. E por que eu estou retomando isso agora, quando faltam apenas duas partidas para o fim de Série B? É simples, amigos, porque se eu fosse Giva, entraria em campo no próximo sábado numa retranca zagalesca. Jogaria com três zagueiros e dois volantes.
Justifico.
Em todos os jogos que vi do Santinha este ano, sempre fiquei preocupado com a marcação no meio campo. Rozembrick e Leonardo, não marcam nem fazem sombra e o resultado é que os adversários tocam a bola com certa facilidade na nossa intermediária. Nossos volantes sempre ficam sobrecarregados, pois os laterais atuam muito mais como alas. E o resultado é que, apesar de termos a melhor defesa da competição, sempre lavamos alguns gols bobos. Sem falar que várias vezes tivemos que apelar para o São Cléber, para mantermos essa média.
É importante lembrar que o Grêmio virá com tudo para cima da gente. Eles sabem que se repetirem a bobeira do último sábado, babau primeira divisão. Será o derradeiro jogo deles em casa e, é claro, que eles tentarão a todo custo uma vitória. Outra coisa que ficou muito clara, ontem, foi que o Santa adora jogar no erro do adversário. Assim, apostaria uma defesa muito forte e segura na partida contra os gaúchos. Marcando bem e com a velocidade e habilidade do Mago e da Bala, poderemos aprontar uma surpresa para cima deles. Em tempo, nas duas últimas partidas o Santa soube fazer isso muito bem. Usaremos a mesma tática que o Grêmio adora. Jogaremos à italiana, ou seja, viva o Catenaccio!
Sobre o jogo de ontem e o comedor de grama
O comedor de grama lamentando uma botinada não dada...
...enquanto Bala comemora com a torcida, Futebol é para craques.
Não é que o Cavalo gostou do juiz! Também, depois de esquecer o cartão vermelho em casa, os alvirrubros puderam usar tranqüilamente a tática do revezamento de porrada em Carlinhos Bala. O comedor de grama ensinou muito bem seus jogadores a sua jogada predileta. O coice!Chegava a dar raiva, toda vez que Bala tocava a bola, um pontapé, sempre seguido de aplausos cavalescos. No intervalo, o lateral Bruno Cavalinho, disse em uma entrevista que futebol é pra homem, tem que dar porrada mesmo. Carlinhos lhe mostrou que futebol é para craques. No final, 1 x 0 foi pouco.




3 comentários:
É isso aí bosco, concordo contigo. O nosso meio campo não fez nada ontem, a gente não ganhava uma...aí só com uma forcinha dos santos mesmo...e falando neles não posso deixar de dividir com vcs o ato de fé de um torcedor que se encontrava a minha frente ontem na arquibancada do arrudão...o cara passou o jogo inteiro de costas para o campo (isso quer dizer, de frente para mim, o que me causou uma agonia arretada) ajoelhado no cimento rezando desesperadamente, depois de dizer-lhe um "Deus te ouça meu filho", acho que o santo dele é forte mesmo...ou serão os do santinha??
saudações tricolores!!!
ana.
Ia esquecendo de um detalhe importantíssimo...no que o cidadão estava ajoelhado, e aí falo agora do motivo da minha agonia, metade da bunda dele estava a mostra, o quenão foi nada agradável...haja santo!!!
beijos, ana.
Isso. Absolutamente retrancado. Pra sairmos num contra-ataque com a velocidade da luz ou de uma bala, pra sermos mais literais. Ou ainda: com três volantes e dois zagueiros. Ou mais ameno: com Lecheva, dando uma de Zada - o que é difícil.
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