Sentado agora a pouco em uma das mais importantes reuniões que um ser humano pode ter – importante e inadiável, diga-se – estava eu folhando o livro do Drummond que indiquei no post abaixo. De repente, na página 189, deparo-me com a seguinte frase colhida no ar:
“Que bom seria se a FIFA instituísse a Taça do Empate!” – Carlos Alberto Parreira.
Meu querido Carlos, digo eu, pena você não estar vivo em 1994!
Outra maravilhosa, só para ilustrar aquela história de “pando de fundo para fazer agudas observações sobre a vida política brasileira”.
Página 165, correção do Carlinhos:
COPA
Aqui este desligado, ao alertar os leitores sobre o perigo de perdermos (ou ganharmos) a Copa do Mundo, chamou-a de Taça Jules Rimet. Santa ignorância, que um amigo corrigiu: essa ninguém nos tira, pois a conquistamos definitivamente no preço de três campeonatos ganhos. Então retifico: a Copa do Mundo não tem nome de gente. E não há a menor chance de, no caso de vitória brasileira, ela vir a chamar-se Taça Paulo Maluf.
Jornal do Brasil, 20/03/82.
Será que não foi o dito cujo quem roubou e derreteu a Jules Rimet?
quarta-feira, outubro 12, 2005
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